Entre 1965 e 1974 fui responsável pelo setor de transportes internos motorizados, na Delegacia de Saúde de Bauru e, posteriormente, na Divisão Regional de Saúde de Bauru. Em consequência disso, para ultimar consertos em veículos oficiais estaduais, tive contatos profissionais com Antônio Carlos Martins. A imagem que ficou na minha memória foi de um homem supergentil, educado ao extremo, sabia ouvir e equacionar os óbices existentes. A última vez que conversei com ele foi no Tauste, num encontro casual, há muitos meses atrás, com a presença do coronel PM (reformado) Celso Ventrice, do qual era amigo. Antônio Carlos Martins nunca mudou, sempre nos tratando com a mesma lhaneza, impecável. Descanse em paz, Toninho Martins.
Gilberto Sidney Vieira - professor