A deputada federal Jaqueline Roriz alegou em sua defesa que cometeu um ilícito quando ainda era uma cidadã comum. Seus colegasparlamentares a absolveram. Fernandinho Beira-Mar, mesmo na penitenciária, poderá alegar o mesmo direito de pleitear uma vaga no Congresso, pois os seus inúmeros ilícitos foram cometidos quando era também um cidadão comum. Como presidiário, pode votar, quem sabe não poderia ser também candidato? Seus futuros colegas no Parlamento iriam recebê-lo com tapinhas nas costas. Pobre, Brasil!
José Batista Pinheiro