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Dorothy Stang durante uma de suas missões |
A 1ª Câmara Criminal Isolada do Tribunal de Justiça do Pará negou nesta terça-feira (6) recurso para anular o júri do fazendeiro Regivaldo Pereira Galvão.
Reginaldo é acusado de ser um dos mandantes da missionária em 2005. No momento, ele responde ao crime em liberdade.
De acordo com o advogado do fazendeiro, ele já está arrumando as malas para se apresentar. Entretanto, será feito um pedido de habeas corpus no STJ (Superior Tribunal de Justiça).
A pena será de 30 anos de prisão.
A missionária norte-americana Dorothy Stang foi morta a tiros em 12 de fevereiro de 2005, em Anapu (PA). Segundo a Promotoria, a missionária foi assassinada porque defendia a implantação de assentamentos para trabalhadores rurais em terras públicas que eram reivindicadas por fazendeiros e madeireiros da região.
