Internacional

Para líder rebelde, batalha não acabou

Folhapress
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Trípoli - Em sua primeira visita à Capital da Líbia, Trípoli, desde o início do conflito no país, o líder do Conselho Nacional de Transição (CNT), Mahmud Jibril, disse que a batalha entre rebeldes e forças do ditador Muammar Gaddafi não acabou. Ele pediu também que os grupos políticos que se formam no novo cenário líbio fiquem unidos.

O líder dos rebeldes advertiu seus aliados que ajudaram a derrubar o regime que não devem começar com "jogos políticos uns contra os outros" enquanto os seguidores de Gaddafi não forem completamente derrotados.

"Esta é uma fase em que temos que nos unir e ficar juntos", disse em entrevista coletiva à imprensa. "Assim que a batalha tiver terminado (...) o jogo político pode começar."

Jibril fez uma aparente ameaça de renunciar se emergirem disputas internas no movimento que derrubou o ditador. "Alguns fizeram tentativas de iniciar um jogo político antes de se chegar a um consenso sobre as regras", declarou Jibril, acrescentando que a prioridade do novo governo era encerrar a batalha contra as forças de Gaddafi. "Se nós descobrirmos que não estamos em terreno comum, então eu recuarei", afirmou.


Mísseis


Mísseis termossensíveis portáteis com capacidade para derrubar aviões sumiram da Líbia, segundo o "New York Times".

O desaparecimento de mísseis como os SA-7b preocupa a Casa Branca, que teme sua comercialização no mercado negro, e reiterou o pedido para que o governo rebelde garanta a segurança dos armamentos do regime.

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