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Greve dos correios não tem prazo para terminar

Por Neto del Hoyo com Redação
Atualizado às 00h57<
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Éder Azevedo

Funcionários dos correios seguem em greve

Deflagrada na última quarta-feira, a greve nacional dos Correios ainda não tem prazo para terminar. A paralisação dos trabalhadores que pedem, dentre outras reivindicações, o aumento do piso salarial para R$ 1.635,00 - atualmente é de R$ 807,00 - mais reposição da inflação, entra hoje em seu sétimo dia.

Conforme apurou o JC, as unidades da cidade são responsáveis por receber, triar e distribuir cerca de 90 mil cartas e encomendas ao dia. Como a adesão à paralisação segue em 90% entre funcionários do setor operacional, de acordo com o Sindicato dos Empregados da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos e Similares de Bauru e Região (Sindecteb), a estimativa com base no mesmo percentual revela que 81 mil cartas e encomendas não sejam encaminhadas por dia de paralisação. Entre carteiros, agentes de triagem e motoristas, trabalham cerca de 400 profissionais em Bauru.

Ontem, os representantes dos 35 sindicatos estiveram reunidos em Brasília para um encontro informal com a diretoria da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT). “Eles (empresa) estão irredutíveis. Enquanto não forem aceitas nossas reclamações, a greve permanece”, disse José Gandara, presidente do Sindecteb.

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