Internacional

Pesquisa: Número de hispânicos e asiáticos em Nova York cresce


| Tempo de leitura: 1 min

Nova York - As populações branca e negra da cidade de Nova York perderam proporção na cidade, ao passo que os grupos hispânico e asiático ampliaram presença na metrópole. Segundo dados do Censo americano, em 2000, 44,7% dos moradores eram brancos e 26,6% se declaravam negros. Dez anos depois, os percentuais caíram para 44% e 25,5%, respectivamente. Nesse período, a população de asiáticos passou de 9,8% para 12,7% do total e os hispânicos (de qualquer cor de pele), de 27% para 28,6% dos residentes.

Em todo o país, os hispânicos representavam 16% da população no ano passado (50,5 milhões de pessoas). A maioria dos hispânicos (53%) no país é branca.

De acordo com análise recente publicada pelo escritório do Censo, mais da metade do crescimento da população nos EUA entre 2000 e 2010 ocorreu por conta da ampliação da população hispânica.

O professor da Universidade de Amsterdã Jonathan Gill, que lançou neste ano livro sobre o Harlem, tradicional bairro negro da cidade, afirma que, pela primeira vez em quase um século, o local não é majoritariamente afro-americano.

Gill pondera, entretanto, que no caso do Harlem a menor presença negra se explica também pelo esvaziamento populacional em meados do século passado e pelo renascimento imobiliário a partir dos anos 1990, que segundo ele levou moradores principalmente brancos à área.

A maioria dos jovens vão à cidade na tenativa de novas oportunidades, especialmente em relação aos estudos, diz a pesquisa.

 

Comentários

Comentários