Tribuna do Leitor

Memória é cultura


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Saudosistas talvez mais o que milhares de bauruenses esperam é ação por parte daqueles que têm o dever de preservar a história de nossa cidade viva. Recentemente foi inaugurada a Nações Norte, que tem início na famosa Baixada do Silvino. Muitos munícipes lembram da Baixada com saudosismo. Foi ali naquele local que praticamente iniciou o que hoje é a gigante e uma das mais importantes cidades do interior paulista - nossa bauru. Infelizmente, a memória vai se apagando com o passar dos anos e, num futuro não muito distante, corremos o risco de ninguém mais lembrar daquele lugar histórico, daí a urgência da construção de um memorial ou marco para perpetuar a Baixada do Silvino.

Encontrei o Vadico e sua esposa, dona Neuza Rios, no dia de finados. Ele filho do saudoso Silvino Ferreira, ela filha de Alfredinho Rios, pioneiros do comércio na Baixada. O assunto não poderia ser outro: o memorial da Baixada do posto Silvino. Além do Vadico temos o Gaspar, Nene Negrato, Luis Carlos e Carlos Alberto Rios, seu Flor, e muitos outros moradores daquela região que poderão colaborar com subsídios históricos para efetivarmos a esperada homenagem. 


José Eduardo Fernandes Avila - memorialista

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