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Profissionais do HC de Botucatu discutem Tuberculose Ocupacional

Da Redação JCnet
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Aconteceu na última segunda-feira (21), no Anfiteatro da Patologia, no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu/Unesp (FMB) uma palestra sobre Tuberculose Ocupacional, ministrada pelo médico infectologista do HCFMB Dr. Ricardo de Souza Cavalcante. O evento teve como objetivo alertar os profissionais da saúde, assim como os colaboradores que trabalham no HC e FMB sobre a prevenção à doença.

Atualmente, os dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelou que, em 2

1

, foram detectados 8,8 milhões de casos de tuberculose no mundo, sendo que 1,4 milhões morreram da doença. No Brasil, o foco se concentra entre 35 a 4

pessoas a cada 1

mil habitantes. De acordo com o palestrante, para que a estatística nacional estivesse na média aceitável, esse número deveria ser de 1

focos da doença a cada 1

mil habitantes.

Esse número revela que o Brasil ainda é um país endêmico, e que a tuberculose é transmitida para toda a população. No Estado de São Paulo, são 21 mil casos por ano, e desses, 18 mil são novos casos. “Isso que dizer que 18 mil pacientes estão tendo tuberculose pela primeira vez. Eles não são reincidentes”, explica Cavalcante.

Em todo o Estado de São Paulo, a maior incidência da doença está no litoral, onde são registrados 9

casos para cada 1

mil habitantes. Em segundo lugar está a capital, com 65,2 focos da doença e no interior são 3

casos, todos com base na mesma proporção. No Brasil, o estado com maior foco da doença é o Rio de Janeiro.

Trata-se de uma doença infecciosa e transmissível que pode comprometer os pulmões, gânglios linfáticos, laringe, rins entre outros órgãos. Sua transmissão é feita pela tosse, espirro ou pela fala. 

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