Olá. Tenho lido e ouvido muito sobre o fim da sacolinha plástica oferecida - em termos - pelos nossos supermercados que se multiplicam, a olhos vistos, pelos bairros e avenidas não só de Bauru, como pelo Brasil afora. Apenas recentemente, em matéria publicada pelo JC, na página 4, o sr. Erlos Carvalho, diretor regional da APAS - Associação Brasileira de Supermercados (precisam disso?), depois de questionado e, com a resposta na ponta da língua, tentou dizer para onde vão, a partir de agora, os recursos utilizados pelos empresários do setor, para a aquisição desse atual mal do século. Ele disse: "Virará objeto para guerra de preços". Tenho uma sugestão: Antes que outra guerra de deflagre, pois já temos a da corrupção, da cracolândia, de evasão de divisas, da falta de atendimento a cidadãos especiais, de falta de caráter e tantas outras, estimo que a colocação sobre a quebra das safras do feijão, soja, milho, pamonha de Piracicaba, laranja pera do Rio, alho roxo e branco, cebola roxa e maçã da Argentina, bacalhau e azeite do Porto, conhaque Presidente e de tantas outras, já estejam previstas nas planilhas de custos dessas tão organizadas instituições. Complementando a sugestão, entendo que os valores médios gastos - logicamente comprovados nos balancetes dos comerciantes envolvidos - sejam direcionados para instituições idôneas, em cada mês previamente combinados, mesmo porque a Apiece, o Hospital do Câncer, o Lar e Escola Rafael Maurício, o Centro Espírita Amor e Caridade, a Vila Vicentina, Creche da Vila São Paulo, entre outras, terão que ser consultadas sobre a necessidade de receber esses valores. E não venham com a conversa que já ajudam muito esses fregueses.
João Carlos Rafael