O estilo tucano de governar começa a mostrar a que veio. Foi só a nossa presidente aumentar o mínimo acima da inflação, como fazia o "presidente do povo", o nosso governador copia a fórmula (ainda bem?), possivelmente para utilizá-la nas próximas eleições. A verdade é que o PSDB vai ter que"comer muito feijão" para chegar à Presidência do País.E se um dia isso acontecer, com certeza será peça de ficção.
Não será fácil ao candidato do partido da mesmice superar os índices de aprovação recorde, tanto de Lula como de Dilma. Aqui no Estado de São Paulo começou mal o eterno candidato tucano. Com infindáveis recursos judiciais, o governo de Geraldo Alckmin não cumpre as leis e perde grande oportunidade de mostrar a todos que se diferenciava dos demais. Pura ilusão. Mestre na oratória e com uma memória invejável, limita-se a enviar recursos para aquisição de mobília ou material didático, esquecendo-se da qualidade das aulas, que passa pela quantidade de alunos por sala, melhores condições de trabalho, tempo para reuniões entre professores e preparação de aulas, entre outras medidas. Isso sem falar nos salários. O governador acaba de criar uma fórmula que transforma 10 minutos em "período extraclasse", contrariando o bom senso e brincando com nossa inteligência.
Não é de hoje que a situação está assim. Desde a época de Mario Covas, passando pelo esquecido José Serra, o PSDB mantém a mesma fórmula em relação à Educação. Resultado: gasta-se muito com segurança pública porque pouco investe na área da educação, especialmente quando se trata de dar estímulo concreto ao professor. Com a palavra, Pedro Tobias, o eterno defensor do governo, "irmão" do governador.
Edson Ortigoso Romero, professor