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Morte de Whitney Houston pode não ser esclarecida, dizem peritos

Reuters
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Los Angeles - Drogas? Bebida? Suicídio? Afogamento? A especulação sobre a causa da morte súbita de Whitney Houston começou logo que a cantora foi encontrada no sábado. Mas é preciso evitar conclusões precipitadas.

 

Peritos médicos dizem que vai levar semanas para estabelecer de modo determinado a causa da morte de Whitney e, ao contrário do que mostram seriados de televisão, às vezes a ciência é falível. “Suspeito que a mídia popular tenha tornado os exames toxicológicos quase tão mágicos quanto todo o resto”, disse o Dr. Andrew Baker, presidente da Associação Nacional de Examinadores Médicos, dos Estados Unidos.

 

“Tenho certeza de que há séries de TV em que eles esguicham sangue em uma máquina e cinco segundos depois obtêm um documento com todas as drogas que a pessoa tomou. (Mas) não funciona desse modo”, disse Baker, que também é chefe do setor de exames médicos do Condado Hennepin, no Estado de Minnesota.

 

Como foi o caso de Michael Jackson em 2

9, ou da cantora britânica Amy Winehouse no ano passado, exames toxicológicos estão agora sendo feitos em Whitney e podem se passar até oito semanas para que deem um resultado.

 

A suspeita inicial sobre a morte de Whitney aos 48 anos na tarde de sábado em um hotel de Beverly Hills era a de uma overdose de drogas, por causa do histórico dela de vício em drogas e álcool.

 

O corpo de Whitney Houston permanecia num serviço funerário de sua cidade natal de Newark, em Nova Jersey, ontem, aguardando uma cerimônia fúnebre particular a ser realizada no sábado na igreja onde ela treinou suas habilidades musicais.

 

Uma porta-voz da Casa Funerária Whigham disse a jornalistas ontem que uma cerimônia fúnebre particular ocorrerá no sábado na Igreja Batista New Hope, onde Houston cantava na infância. A porta-voz não descartou a possibilidade de um memorial público separado mais tarde.

 

A família Houston agradeceu aos fãs e amigos por suas orações, mas manifestou preferência por um funeral privado, afirmou a diretora da funerária, Carolyn Whigham, a repórteres. 

 

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