Reprodução/ TV Globo |
|
|
Tumulto pode ter sido combinado entre as escolas |
A polícia de São Paulo vai ouvir na tarde desta quinta-feira dois integrantes da escola de samba Camisa Verde e Branco sobre o tumulto que interrompeu a apuração do Carnaval, na terça-feira. Os depoimentos de Alexandre Salomão e Josélia Alves, diretores da escola, estão marcados para às 14h na Delegacia Especializada em Atendimento ao Turista (Deatur).
A polícia apura se os incidentes foram parte de uma ação combinada. Segundo Osvaldo Nico Gonçalves, delegado do Deatur , outros integrantes das escolas de samba serão ouvidos amanhã (24) e no decorrer da próxima semana.
Na noite desta terça-feira (22), Nico disse já ter identificado seis dirigentes envolvidos na invasão. Eles são da Império, da Vai-Vai, da Camisa Verde e Branco e da Gaviões da Fiel. As agremiações negam envolvimento.
Tumulto atrapalha apuração de votos do Carnaval de SP
Um tumulto durante a leitura das últimas notas dos jurados encerrou antecipadamente a apuração do carnaval de São Paulo, que definiria a escola de samba campeã deste ano.
Nos momentos finais da apuração, quando eram lidas as notas do último quesito julgado, o samba-enredo, um integrante de uma das agremiações pulou o alambrado e rasgou os papéis que definiriam a escola campeã.
Uma confusão generalizada instalou-se no Sambodrómo e outros intregrantes de escolas de samba também começaram a invadir o local onde os votos estavam sendo lidos, jogando os papéis com os votos dos jurados para o alto. A polícia tentou conter o tumulto, afastando as pessoas da área reservada para os organizadores e retirando os torcedores. Neste momento, os torcedores deixam o Sambodrómo e caminham pela Marginal Tietê.
A apuração, que apontava vitória parcial da Escola de Samba Mocidade Alegre, da zona norte da capital, está interrompida. Ainda não foi informado como será feito o encerramento da apuração.
*Com informações da Agência Brasil*