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Cadeira de brinquedo deveria estar interditada, defendem advogados

Folhapress
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Vinhedo - Os advogados da família de Gabriela Nychymura, que morreu após cair de um brinquedo do Hopi Hari na sexta-feira, afirmam que, no momento do acidente, a adolescente ocupava uma cadeira que deveria estar interditada.

 

A família pretende entrar com ação de indenização por danos morais e materiais contra o parque. “Estamos juntando o material necessário para entrar com uma ação contra o Hopi Hari”, afirmou o advogado Ademar Gomes. Segundo ele, uma nova perícia será solicitada para que sejam apuradas as condições de uso da cadeira que Gabriela ocupou.

 

“Houve falso testemunho de dois funcionários, e a cadeira vistoriada pela perícia não é a mesma em que Gabriela sentou”, disse.

 

A mãe e o pai da adolescente prestam depoimento ao delegado Álvaro Santucci Noventa Júnior, em Vinhedo (269 km de Bauru), na tarde de ontem. Eles evitaram falar com a imprensa ao chegar ao local.

 

Nesta tarde, Daniel Carvalho, que atua com Gomes, disse ter anexado ao inquérito uma foto na qual, segundo ele, apareceriam no mesmo bloco do brinquedo os pais de Gabriela, sua prima e ela própria. “Ela estava na primeira cadeira da esquerda; a que, segundo o delegado, não funcionava”, afirmou.

 

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