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Aluno que invadiu USP tem expulsão suspensa

Folhapress
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São Paulo - A Justiça concedeu um mandado de segurança em favor de Marcus Padraic Dunne, ex-aluno da USP, expulso da universidade sob a acusação de ter invadido e ocupado um dos prédios da instituição em 18 de março de 2

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. O mandado foi expedido pela 1

.ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo.

 

Segundo o juiz, “a pena imposta pode ter eventualmente se revelado desproporcional”. Desse modo, ele determinou a suspensão do ato administrativo que resultou na suspensão do aluno. A decisão é provisória e o caso ainda será julgado.

 

A expulsão foi publicada em dezembro nas páginas do “Diário Oficial” de São Paulo, após processo administrativo disciplinar movido pelo Coseas contra os alunos.

 

Segundo o despacho do reitor Rodas, foram desligados da universidade dois alunos da Escola de Comunicação e Artes (ECA) e quatro alunos da Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas (FFLCH).

 

Ao todo treze alunos foram processados; cinco foram absolvidos por falta de provas e outros dois foram julgados culpados, mas não fazem mais parte da universidade.

 

Os alunos foram punidos por uma suposta participação na invasão do bloco da sala da assistência social, localizado no Bloco G da universidade, feito por um grupo de alunos moradores do Crusp que reivindicavam, entre outras coisas, a melhoria nas condições de moradia e o aumento do número de vagas no conjunto residencial da universidade.

 

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