Igaraçu e Jaú – Uma menina de 11 anos denunciou, através de uma carta, os supostos abusos sexuais do padrasto durante o último ano. O caso aconteceu em Igaraçu do Tietê, mas foi registrado pela Polícia Civil de Jaú na madrugada de sábado para domingo pela mãe e pelo tio da vítima.
Na noite de sábado, ao acordar ouvindo o choro da filha, a mãe quis saber o que havia acontecido. No entanto, a menina não contou que vinha sendo abusada pelo padrasto, com quem convive há cinco anos. De acordo com a polícia, ela afirmou apenas que havia machucado o braço.
Com a insistência da mãe a fim de saber o real motivo da angústia da filha, a garota resolveu então contar tudo por meio de uma carta no momento em que o suposto autor de crime de pedofilia, de 33 anos, não estava em casa. A princípio, não houve conjunção carnal.
A garota contou que o padrasto a despia e acariciava seu corpo com as mãos e com a língua, o que já é suficiente para caracterizar estupro. O caso será investigado pela Polícia Civil de Igaraçu do Tietê. O padrasto ainda será ouvido.
Marido da amiga
Outra ocorrência de denúncia por estupro foi registrada em Jaú na madrugada de domingo. Uma mulher de 4
anos, autodeclarada alcoolatra e usuária de drogas, seria a suposta vítima de quatro homens. No entanto, ela se recusou a se submeter ao exame de corpo de delito.
Na madrugada de sexta-feira, ela saiu de um baile e foi à casa de um homem que seria marido de uma amiga. No local, estavam outros três homens, que seriam todos da mesma família, onde todos teriam consumido bebida alcoólica e praticado atos sexuais.
A suposta vítima teria adormecido no local e acordado no anoitecer de anteontem, quando teria ingerido cerveja. No entanto, ao sair da casa, a mulher se dirigiu ao Plantão Policial a fim de registrar ocorrência.
Ela, contudo, quis desistir da denúncia durante o procedimento, o que não foi possível.
Apresentando sinais de embriaguez, ela foi levada à Santa Casa de Jaú, mas fugiu do hospital antes de ser submetida pelo exame de corpo de delito.