Um médico de Goiânia é o líder de uma quadrilha que durante 10 anos vendeu a facilitação para que estudantes pudessem passar nos vestibulares de medicina em Estados como Minas Gerais, São Paulo e Rio, entre outros. Um fato lamentável. Pelo prazo decorrido, muitos já se formaram e hoje exercem a profissão. Em que condições? E como ficam seus pais, que ajudaram nas aquisições? Será que esta é uma das razões pelas quais nossa saúde está sempre em jogo? E, por fim, durante a tramitação das investigações, esses médicos fraudadores continuarão a exercer essa profissão tão importante?
Uriel Villas Boas - OAB SP 242058