Os 1.386 estabelecimentos que oferecem exames de imagem de mamografia no País, essenciais para o diagnóstico precoce do câncer de mama, têm até o final do ano para comprovar ao Ministério da Saúde a qualidade dos serviços.
Após esse prazo, irregularidades constatadas recentemente (mamógrafos mal utilizados, profissionais sem capacitação técnica para operar os equipamentos e erros em laudos) poderão ser punidas com o descredenciamento dos estabelecimentos particulares dos planos de saúde e o corte do repasse feito pela Pasta no caso de exames via Sistema Único de Saúde (SUS).
A medida está prevista no Programa Nacional de Qualidade em Mamografia (PNQM), cujas regras foram publicadas terça-feira no Diário Oficial. O objetivo é certificar os 3.200 mamógrafos do País para melhorar o diagnóstico do câncer de mama e diminuir em até 20% a taxa de mortalidade pela doença. As informações são do Jornal da Tarde.