Propagam-se entre os meios de comunicação de rádio (em questão) muitas inovações. Mas inovar, conjugando-se o verbo significa trazer inovações, "coisas novas que atraem patrocinadores fortes", que possam gerar lucros à rádio e a eles próprios.
A rádio não se tornou atrativa a estes patrocinadores. Nem mesmo aos pequenos. O plano empreendido fundou-se num mar de incompetência, onde trazem à tona programas ou brindes que a ninguém interessa e não tem valor comercial e sentimental a ninguém. Ex: caça à raposa (década 80/90). Uma corrida desenfreada de carros e motos, procurando o respectivo bicho de pelúcia para ganhar uma caixa de cerveja... Melhor era ficar com a raposinha de pelúcia, ao invés de ficar com o brinde. Em decorrência disso, vários acidentes automobilísticos poderiam ter acontecido, pondo em risco a vida de pedestres e outrem.
Ouvinte nº 1. Quem mais ligar, mais escrever, mandar e-mails para a rádio para ouvir as mesmas músicas pela manhã, à tarde, à noite, ganhará um "Lindo Troféu" de desocupado do ano, pois quem trabalha, mesmo em casa, sabe o quanto custa uma ligação telefônica no fim do mês no orçamento doméstico.
Otavio Alves Pereira