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Coelhos solidários invadem bairros

Ana Paula Pessoto
| Tempo de leitura: 2 min

Quioshi Goto

Lucas gostou de receber seu ovo de um grande coelho

Um, dois, três, quatro... Dezenas de coelhinhos pularam e se divertiram com os brinquedos que completaram a festa de Páscoa da garotada da rua Vicente Barbugiani, Jardim Godoy, durante todo o dia de ontem. A Associação Bauru pela Diversidade (ABD) também promoveu festas solidárias em três bairros de Bauru.

Com os rostos pintados, os pequenos do Jardim Godoy ganharam um belo almoço, refrigerante, algodão de doce e, é claro, os ovos de chocolate que não podem faltar e que foram entregues por um divertido coelho.

“Quando criança, eu ganhava ovos de Páscoa dos meus pais, mas não com essa magia de ser entregue por um coelho. Estou muito feliz em ajudar a realizar essa festa para as crianças. Acho que Páscoa é isso: solidariedade e amor ao próximo”, defende Márcio Adriano Moço, morador e um dos organizadores do evento.

Segundo ele, a rua toda se mobilizou em prol da doação, arrecadação e da organização da festa. Já o almoço foi preparado em uma lanchonete da rua cedida pelo proprietário. Ao todo, 100 ovos de Páscoa foram entregues às crianças.

Quem se divertiu entre a garotada foi o pequeno Lucas Ferreira de Oliveira, 4 anos: “Eu gostei muito do coelho porque ele me deu ovos de Páscoa. A festa foi muito divertida porque teve pula-pula”.

Já Giovana Colares dos Santos, 7 anos, gostou mesmo é de ter pintado o rosto de coelhinha: “Achei que ficou bonito. Gosto muito da Páscoa e dessa alegria da festa”, diz.


ABD


Quem também fez a alegria do domingo de Páscoa de crianças carentes da cidade foram os integrantes da Associação Bauru pela Diversidade (ABD). O grupo distribuiu cerca de 800 ovos de chocolate para a garotada da comunidade do Jardim Europa, Jardim Petrópolis e da Quinta da Bela Olinda.

Segundo o presidente da ABD, Markinhos Souza, a campanha de arrecadação foi feita pela rede social Facebook e contou com a ajuda de empresários parceiros da Associação.

“Fazemos esse trabalho há quatro anos. O grupo é conhecido pela luta contra o preconceito e isso também significa lutar contra o preconceito social. Acredito que esse tipo de iniciativa faz parte da inclusão social”, defende.

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