Zenon, Neto, Careca, Djalminha. Todos esses nomes eternizados no coração dos adoradores de futebol tiveram belos momentos em Campinas, em tardes e noites em que brilhavam no estádio Brinco de Ouro da Princesa.
Assim foi na noite de domingo, dia 22 de abril. O Palmeiras foi a Campinas com a vã certeza que de que já havia vencido. Enganou-se. O espírito bugrino de 1978 - ano em que o Guarani sagrou-se campeão brasileiro, sobre o mesmo Palmeiras - reacendeu-se. Na época, assim como no último jogo, o favorito era o alviverde paulista e não o campineiro. Prova que camisa não ganha jogo.
No próximo fim de semana teremos o clássico entre Ponte Preta - que venceu com méritos o Corinthians - e Guarani, pela semifinal do Campeonato Paulista. Na outra chave, Santos e São Paulo se enfrentam. Na final, haverá um time grande contra um time do interior. E eu torço pelo do interior. Para o bem do futebol.
Paulo Eduardo Palma Beraldo