Lamento que a minha manifestação sobre filas triplas por longo período em frente aos colégios COC e Guedes de Azevedo tenha sido mal interpretada pelo empresário da educação prof. João Carrara (COC) e provocado resposta tão áspera como injusta.
Já que em minha carta identifiquei os culpados da liberação da área estritamente residencial em corredor comercial e os, ou as, motoristas que insistem em burlar as leis de trânsito no local, com a omissão das autoridades de trânsito.
E tenho ainda que concordar com o prof. Carrara que é mais importante agirmos do que falarmos, ou seja, as escolas deveriam fazer mais que apenas fazer um acordo de horários paliativo reduzindo a concentração do tráfego de veículos e aumentando o tempo do suplício dos moradores da região.
Poderíamos por exemplo inverter a saída do COC hoje concentrada na Rio Branco para as ruas laterais de menor movimento, o que teria sido nossa sugestão se tivéssemos sido, nós, os moradores da região, que há muito somos prejudicados com a situação, convidados a participar da reunião citada no jornal e externar nossas opiniões.
E ainda quando nos expressamos na busca de providencias como fiz. Somos taxados com adjetivos mal-educados como de ranzinzas, egocêntricos e outros nada condizentes com o vocabulário sequer de um empresário e muito menos de um educador, e ainda mais dirigido a pessoas que são vítimas e não responsáveis pelos incômodos provocados pelo seu negócio. A responsabilidade sobre estes problemas cabe exclusivamente a estes empresários e ao poder público pelo princípio de que de quem recebe o bônus deve arcar com o ônus.
Quanto ao desenvolvimento da região, também nos alegra, mas deveria ser buscado com civilidade e sustentabilidade e qualidade de vida e não "participar" compulsoriamente de buzinas, estresse, risco de acidentes e desobediência às leis de trânsito, como ocorre diariamente em frente às escolas citadas.
Márcio M. Carvalho