Ao elevar um analfabeto ao mais alto cargo da nação, despertou aos medíocres e retardados culturais a nociva ideia de que não precisa educar para governar e enriquecer.
Por detrás do presidente Lula, uma forte equipe de intelectuais formados nas melhores universidades do país e com extensão científica internacional passou pelos dois mandatos incitando os políticos, coronéis de carreira que deveriam priorizar o ensino para todos, se realmente quisessem construir uma nação.
Depois de organizar as finanças e a dívida interna, para crescer era necessário melhorar a qualidade do indivíduo para aperfeiçoar a indústria, o comércio, os serviços públicos e reduzir a corrupção.
Para os políticos, esse avanço não é prioridade, mas se o nosso país teve a oportunidade de competir com países estrangeiros na qualidade de produtos e ser respeitado na ONU, OMS, UNICEF, G7 etc... é porque o discurso foi escrito por um intelectual.
Rosemary Lopes de Moura- coordenadora da Casa da Sopa da Vila Dutra e estudante de pedagogia na Uniesp