Internacional

Neil Armstrong, 1º a pisar na lua, morre aos 82 anos

Por Sandra Maler | Reuters
| Tempo de leitura: 2 min

O ex-astronauta norte-americano Neil Armstrong, o primeiro homem a pisar na lua, morreu aos 82 anos, segundo reportagens na mídia dos Estados Unidos no sábado.

Armstrong tinha sido submetido a uma cirurgia no coração no começo deste mês para desobstruir artérias.

Como comandante da missão Apollo 11, Armstrong se tornou o primeiro ser humano a pisar na lua em 20 de julho de 1969.

Curiosidades sobre Armstrong:

Neil cresceu em Ohio e desde cedo se interessou por voar, ganhando sua licença para pilotar quando ainda era garoto;

Depois de pilotar missões de combate durante a Guerra da Coreia, ele se tornou piloto de teste e entrou para o programa de astronautas da Nasa, agência espacial norte-americana, em 1962;

Ao pisar na superfície empoeirada da lua, em 20 de julho de 1969, Armstrong disse: "Esse é um pequeno passo para o homem, mas um grande passo para a humanidade".

O pulso de Armstrong estava acelerado em 150 batimentos por minuto enquanto guiava o módulo lunar até a superfície da lua, segundo a Nasa. Questionado sobre sua experiência na lua, ele disse à CBS: "É um lugar interessante, eu recomendo";

Uma cratera na lua foi batizada em homenagem a Armstrong. Fica a cerca de 48 quilômetros do local de aterrissagem da Apollo 11;

Depois da missão Apollo 11, Armstrong pegou um trabalho de escritório na Nasa, tornando-se vice-administrador-adjunto para aeronáutica na agência de pesquisa avançada e tecnologia. Um ano mais tarde ele virou professor de engenharia na Universidade de Cincinnati;

Em 2005, Armstrong ficou aborrecido ao saber que seu barbeiro havia vendido fios de seu cabelo para um colecionador por 3.000 dólares. O homem que comprou os fios não quis devolvê-los, dizendo que ele os havia acrescentado à sua coleção que incluía cachos de Abraham Lincoln, Napoleão, Marilyn Monroe, Albert Einstein e outros;

Apesar de sua natureza reservada, Armstrong certa vez fez um comercial para a fabricante de carros Chrysler. Ele disse ter feito o anúncio por causa da história de engenharia da Chrysler e porque queria ajudar a empresa, que estava com problemas financeiros.      


 

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