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Queda da Selic não é repassada ao consumidor

Folhapress
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São Paulo - A queda da taxa básica de juros da economia brasileira (Selic) para o menor patamar da história não resultou no repasse integral do benefício pelos grandes bancos ao consumidor, mostra levantamento do Procon estadual de São Paulo (veja quadro).

Enquanto o Banco Central (BC) reduziu a taxa básica de juros de 8% para 7,5% ao ano em 29 de agosto - nona queda consecutiva da Selic-, pesquisa do Procon-SP em 5 e 6 de setembro mostra que as taxas médias cobradas pelas instituições no cheque especial e no empréstimo pessoal foram reduzidas em apenas 0,02 ponto percentual.

O juro médio do cheque especial caiu de 8,03% para 8,01% ao mês. O do empréstimo pessoal, de 5,39% para 5,37% ao mês. O estudo do órgão de defensa do consumidor é feito mensalmente nas instituições Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú, Safra e Santander.

Dos sete bancos pesquisados em setembro, quatro baixaram suas taxas do cheque especial e três, do empréstimo pessoal. Todas as quedas foram verificadas em bancos privados.

 

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