Economia & Negócios

Greve dos bancários e Correios continua


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Iniciada no último dia 18, a greve dos bancários continua em Bauru e, segundo o Sindicato dos Bancários de Bauru e Região/Conlutas, mais de 70% das agências aderiram ao movimento.

No Brasil, a estimativa é de que mais de 8,5 mil agências bancárias estão de portas fechadas. Ou seja, de cada dez agências, quatro não estão funcionando. Os trabalhadores dos Correios também permanecem de braços cruzados (leia mais a seguir e na página 18).

De acordo com o diretor do sindicato Marcos Lenharo, a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) permanecia até ontem sem oferecer nenhuma contraproposta. Segundo ele, a tendência é de que o movimento se intensifique ainda mais nesta semana. “Continuamos em greve por tempo indeterminado. Só após alguma proposta decidiremos como proceder”, afirma.

De acordo com a avaliação do sindicato, a greve se fortaleceu em Agudos, onde os bancários do Itaú e do Santander se uniram aos do BB e da CEF e também cruzaram os braços. Em Avaré e Santa Cruz do Rio Pardo, os funcionários do Bradesco só estão trabalhando depois do meio-dia.

Correios

O Sindicato dos Empregados da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos de Bauru e Região (Sindecteb ) realizou ontem uma convocação em frente ao Centro de Tratamento de Cartas e Encomendas (CTCE), no Distrito Industrial 1. Funcionários protestaram contra a possível suspensão do plano de saúde dos funcionários, segundo diz o sindicato.

Está marcada para hoje uma reunião de conciliação entre os sindicatos unificados, incluindo o Sindecteb, e a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT).

Caso não haja acordo, a categoria votará o futuro da greve em assembleia agendada para as 17h30, na sede dos Sindicatos dos Ferroviários, na rua Antônio Alves.

Em Bauru, na área operacional não estão trabalhando 50% dos funcionários. Segundo Luiz Alberto Bataiola, vice-presidente do sindicato dos Correios de Bauru, o objetivo é usar a greve como pressão, mas não prejudicar a população.

 

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