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Mais de 1,7 mil urnas têm problemas

Folhapress
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Brasília - Novo balanço do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), divulgado às 15h30 de ontem, mostrava que subiu de 1.601 para 1.763 o número de urnas eletrônicas com problemas. O novo número representa 0,43% do total de urnas de todo o país. Ato todo foram distribuídas entre os municípios 407.551 urnas. 

 

Até o momento o meio da tarde de ontem, de acordo com dados do Tribunal, apenas duas dessas urnas foram substituídas pela votação manual, ou seja, por cédulas de papel. Uma delas fica no bairro de Botafogo no Rio de Janeiro. A outra no Pará. O TSE não soube, no entanto, precisar a cidade. 

 

O maior percentual de problemas verificados até o momento foi registrado no Sergipe, onde 2,7% delas já tiveram de ser trocadas. Após Sergipe, o Estado com maior percentual de urnas trocada é Rondônia com 1,5%.

 

Em São Paulo, 141 urnas apresentaram problemas, o que representa 0,1% do total distribuída pelo Estado. 

 

Ao todo, 57.003 urnas estão disponíveis para substituir as que eventualmente apresentem problemas. Neste ano, o TSE incrementou as urnas eletrônicas com baterias que tem autonomia de até 12 horas sem recarga, o que significa que, em caso de falta de luz, a eleição terá condição de continuar. 

 

Entretanto, caso as urnas funcionem durante todo o dia com bateria, não é possível garantir que haverá carga suficiente, após as 17h, para a transmissão dos dados.

 

O eleitor que não votar e não justificar ficará com pendência na Justiça Eleitoral e terá de pagar multa posteriormente. A ausência sem justificativa nas eleições também pode gerar problemas para o cidadão como o impedimento de ser contratado no serviço público. 

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