Tribuna do Leitor

Salário miserável, até quando?


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Até quando vamos ficar com este salário miserável do povo tralhador brasileiro e dos aposentados? Os políticos têm um salário vultoso e mais mordomias para aprovarem os salários dos políticos. A Câmara gasta 15 minutos para o deles e para o nosso meses e ainda aprovam uma miséria. Será que na mentalidade de nossa presidente Dilma, que tanto percorre o mundo querendo acabar com a fome, ela aprova um salário de fome para nós sem sofrer?

Será que nossos políticos não têm sensibilidade para saber que com esse nosso salário não dá nem para comer e quanto ao aposentado, com seu salário só dá para comprar remédio. E ainda que tudo nesse país está aumentando de preço, dia a dia. O petróleo, produtos de limpeza, alimentação, água, luz e remédio estão subindo uma barbaridade. Desta maneira vai continuar a inadimplência, famílias falindo e o consumo vai diminuir assustadoramente.

E esses políticos não pensam nisso no caso dos aposentados, pois não são só eles que têm que se preocupar, também os que vão se aposentar vão ganhar uma miséria. Será que não existe neste país ninguém que possa acabar com isso? Os políticos e os empresários cada vez mais ricos e o povo mais pobre, e a cada dia inventam mais leis para tomar o dinheiro do povo e continuar com falcatruas e corrupção.

A criminalidade está aumentando, não podemos mais sair de casa sem saber se na volta nossa casa estará sem a presença de ladrões. Tudo isso porque não temos um salário digno que dê para sustentar a nossa família, ninguém nasce para ser bandido ele vai ser porque trabalhando não dá para viver. Passar fome e necessidade é horrível, mas os políticos não conhecem essa vida, pois tudo de bom e do melhor eles têm e na saúde têm os melhores hospitais, tudo pago pelo povo brasileiro. Precisamos tomar uma medida urgente. As pessoas com poderes têm que ajudar e as forças de nosso país também, senão será tarde demais, pois já sentimos na pele o que é um país falido. É agora que temos que resolver, quando estamos mais ou menos estáveis. Vamos ver se isto muda, que Deus nos ajude.

Devanir Alamino - aposentado

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