Ueslei Marcelino/Reuters |
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Segundo a publicação, presidente Dilma dá “ênfase ao fomento do empreendedorismo” |
São Paulo - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, foi apontado mais uma vez como a pessoa mais poderosa do mundo, seguido pela chanceler alemã, Angela Merkel, segundo a lista publicada ontem pela revista “Forbes”, na qual a presidente Dilma Rousseff aparece na 18.ª posição.
O
vencedor das eleições presidenciais americanas do mês passado lidera pelo segundo ano consecutivo este ranking por ser “o comandante-em-chefe do Exército mais poderoso do mundo e a cabeça da superpotência econômica e cultural”, afirma a publicação.
O segundo posto do ranking é ocupado pela primeira vez pela alemã Angela Merkel. A mulher mais poderosa do planeta é “a coluna vertebral dos 27 membros da União Europeia e leva o futuro do euro em suas costas”, diz a “Forbes”, que lembra que sua ferrenha defesa da austeridade como receita para lutar contra a crise de dívida “segue de pé” apesar das críticas que enfrenta.
Dilma Rousseff aparece na 18.ª colocação, por dirigir a sexta maior economia do mundo e, segundo a publicação, pôr “ênfase no fomento do empreendedorismo que inspirou uma nova geração de empresários”.
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, está 30 posições abaixo de Dilma (48.º) graças à sua reeleição, enquanto no posto 49 está o líder chileno, o multimilionário Sebastián Piñera.
Os outros dois latino-americanos que conseguiram entrar na lista de 71 pessoas mais poderosas da “Forbes” são o recém eleito presidente do México, Enrique Peña Nieto (54.º), e uma presença habitual do ranking, o narcotraficante mexicano Joaquín “El Chapo” Guzmán (63.º).
Apenas seis mulheres estão no ranking - além das já citadas Dilma e Merkel, aparecem a presidente do Partido do Congresso da Índia, Sonia Gandhi (12.ª), e a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional, a francesa Christine Lagarde (38.ª). As outras duas mulheres escolhidas pela “Forbes” são a diretora geral da Organização Mundial da Saúde, a chinesa Margaret Chan (58.ª), e a secretária de Saúde dos EUA, Kathleen Sebelius (68.ª).
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