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Novo balanço do PAC

José Dirceu
| Tempo de leitura: 2 min

Os avanços do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), cujo novo balanço foi apresentado no início da semana, evidenciam a importância de um programa que tem funcionado como uma das principais molas impulsionadoras do desenvolvimento brasileiro. Os números apresentados mostram resultados positivos em todos os eixos. Desde o início do governo da presidenta, Dilma Rousseff, até agora, o programa atingiu 40% da execução dos investimentos previstos até 2014 - um total de R$ 385,9 bilhões -, que foram e estão sendo empregados em obras de infraestrutura logística, social e urbana. Este valor é 19% superior ao resultado obtido em junho deste ano e 26% maior do que o alcançado no mesmo período do ano passado.

As obras de saneamento executadas pelo programa estão beneficiando 8,3 milhões de famílias e as de encostas e drenagem para prevenção de riscos, 2,6 milhões. O Luz para Todos já realizou 337 mil ligações e outras 130 mil por meio do Plano Brasil Sem Miséria. São dados demonstrativos dos benefícios diretos que o PAC tem proporcionado à população, além de ser um programa que impulsiona a economia, gera emprego e renda. Apesar dos números bastante positivos, a grande imprensa e a oposição preferiram mais uma vez criticar o programa e destacar atrasos em algumas obras - uma clara demonstração de que por torcerem contra o governo, acabam torcendo contra o país.

Os atrasos acontecem e são explicados por múltiplos fatores, como dificuldades com as licenças ambientais, questões administrativas e embargos judiciais. Ainda assim, o índice de obras consideradas preocupantes manteve-se nos 5% verificados anteriormente. Isso mostra que, mesmo com as questões adversas, o controle e a execução funcionaram e o governo conseguiu assegurar os recursos orçamentários - o que é um bom indicador para o ano de 2013, quando a execução do PAC deve acelerar ainda mais.

Uma das principais preocupações do governo da presidenta Dilma tem sido aumentar os investimentos públicos e privados. As duas esferas têm papel incontestável para o desenvolvimento do país e para realizar as obras que podem melhorar nossa infraestrutura, reduzir custos logísticos e de energia, promover avanços nas áreas sociais e na mobilidade urbana, entre outras.

Por isso, o último balanço do PAC, programa imprescindível nesse processo, revela um saldo muito positivo não apenas no cumprimento de metas e expectativas. O principal retorno do PAC é aquele que se concretiza no conjunto de intervenções que melhora, a cada dia mais, a vida de milhares de cidadãos brasileiros.

O autor, José Dirceu, 66, é advogado, ex-ministro da Casa Civil e membro do Diretório Nacional do PT

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