A massa popular não aceita as tentativas de desmoralização do ex-presidente Lula. Ele, mais uma vez, é colocado como favorito numa futura eleição presidencial, segundo pesquisa patrocinada por uma importante entidade empresarial brasileira.
Como ficam os articulistas e especialistas no campo político dos principais organismos de comunicação que em muitas situações não julgam, mas já fazem a condenação direta do ex-presidente? As pesquisas poderiam ser aproveitadas por esses especialistas que se dariam ao trabalho de fazer uma ampla avaliação do momento que o Brasil vive, tanto em termos de economia como nas questões sociais, e buscar mecanismos que em primeiro lugar evitem todas as manipulações dos bens públicos. E permitam um combate efetivo à corrupção. E que não se coloque apenas a classe política como a grande culpada. Não há corrupto sem corruptor. E, por fim, que os organismos de investigação e, em seguida, de julgamento, ajam com a devida transparência e rapidez, para evitar fraudes, manipulações e uso político partidário.
Uriel Villas Boas