A secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, 65, retornou nesta segunda-feira (7) ao trabalho em seu escritório, em Washington, depois de ficar ausente por um mês devido a problemas de saúde, entre eles um coágulo na cabeça. Neste mês, ela será substituída pelo senador democrata John Kerry.
Hillary participou de um encontro fechada com assistentes em Washington. A agenda também inclui reuniões amanhã com o secretário da Defesa, Leon Panetta, e o Conselheiro Nacional de Segurança, Tom Donilon.
É pouco provável que Hillary volte a viajar ao exterior como secretária de Estado antes de deixar o cargo -a orientação médica é ára que ela evite viagens de avião.
Na quinta-feira, o departamento de Estado informou que Hillary Clinton estava ansiosa para voltar ao trabalho. "Ela parece estar em boa forma, motivada e ansiosa para voltar ao trabalho", declarou a porta-voz do Departamento de Estado, Victoria Nuland.
Hillary foi internada em 30 de dezembro, em um hospital de Nova York, por conta de um coágulo de sangue em uma veia entre o cérebro e o crânio. Ela havia aparecido em público pela última vez no último dia 7 de setembro, pouco antes de sofrer com problemas estomacais que provocaram uma desidratação e um desmaio que a fez bater a cabeça.
Durante a ausência, Hillary teve que suspender seu comparecimento na comissão do Congresso que investiga o ataque ao consulado americano de Benghazi, na Líbia, no qual morreram o diplomata Chris Stevens e outros três compatriotas.