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Basquete: Segunda derrota do ano

Ricardo Santana
| Tempo de leitura: 3 min

Divulgação

Lance da partida entre Paschoalotto/Bauru e Brasília. Equipe de Bauru perdeu por 80 a 60

O Paschoalotto/Bauru perdeu pela segunda vez em 2013 no Novo Basquete Brasil (NBB). A derrota foi para o tricampeão Brasília, por 80 a 60, no Distrito Federal. Nesta quinta-feira, a equipe bauruense volta à quadra para tentar se reabilitar da derrota por exatos 20 pontos de diferença no placar. O adversário desta vez será São José, na Panela de Pressão, a partir das 20h.

Apesar da queda ontem, Bauru mantém um bom início de temporada. Dos nove jogos neste ano, a equipe comandada por Guerrinha venceu sete.

O confronto de ontem era uma partida adiada e válida pela quinta rodada do Nacional – em virtude das disputas da equipe brasiliense na Liga Sul-Americana. Com o resultado, Bauru encerrou o primeiro turno na quinta colocação na tabela de classificação do NBB5, com 17 jogos e 11 vitórias. Já Brasília contou com mais uma vitória do Flamengo, desta vez em cima do então vice-líder Uberlândia, também ontem, e terminou o primeiro turno da temporada na segunda colocação, com 13 vitórias em 17 jogos (76,4% de aproveitamento).

Alex e Nezinho, por Brasília, anotaram 17 pontos cada e foram os cestinhas do jogo. Por Bauru, os destaques foram o pivô DeAndre Coleman, com 15 pontos e oito rebotes, o armador Larry Taylor, com 10 pontos, oito rebotes e sete assistências, e o pivô Jeff Agba, com 10 pontos marcados e cinco rebotes.


O jogo

Brasília jogou sem o ala Arthur, ainda fora por uma contusão no adutor da coxa direita, além do pivô Paulão Prestes e do armador Eric Tatu, que não estavam inscritos no NBB na data real da partida. Pelo mesmo motivo dos dois últimos, Guerrinha não pôde contar com Jason Detrick.

No primeiro quarto valeu a performance defensiva das duas equipes. Os donos da casa chegaram a abrir 8 a 2, mas Bauru acordou e deixou o primeiro quarto empatado em 12 a 12.

No segundo, o ataque de Bauru piorou absurdamente, e o time de Alex, Nezinho e Guilherme Giovanoni melhorou. Esse quarto foi essencial para os donos da casa abrirem boa diferença no placar. A 7min10, Guerrinha parou o jogo, quando Brasília abriu oito pontos – 20 a 12. O treinador de Bauru pediu tempo novamente com o placar 31 a 18, restando 2min40. Mas o segundo quarto foi dominado por Brasília e o primeiro tempo terminou mesmo em 35 a 19 para a equipe mandante.

No terceiro quarto, a equipe de Guerrinha equilibrou, retornando do vestiário com uma postura aguerrida frente a um adversário que é tricampeão do NBB. Brasília encerrou o terceiro tempo 11 pontos à frente – 52 a 41.

No último quarto, Bauru continuou buscando recuperar o equilíbrio no placar perdido no segundo quarto da partida. Restando 4min30, Bauru errava no ataque e Brasília mantinha a diferença segura em 10 pontos no marcador – 61 a 51. 

Jogando em casa, o time brasiliense soube manter o controle do placar mesmo com a insistência do Paschoalotto em diminuir a diferença. Ao final da partida, Brasília venceu por folgados 20 pontos – 80 a 60.


Comandante avalia que time ‘teve atitude’

O técnico Guerrinha avaliou que sua equipe teve uma atitude muito melhor no terceiro quarto, ao comentar o duelo para Rafael Antonio, da webradio Jornada Esportiva. “Apesar de não fazermos uma boa partida”, define.

O treinador de Bauru destacou o crescimento do ala Gui e do armador Ricardo Fischer a partir deste ano, colaborando para a retomada da equipe bauruense no NBB. “O time está mostrando aquela personalidade e falta agora alguns jogadores entrarem na disputa”, projeta.

O ala/pivô Pilar comenta que o time bauruense deixou o jogo escapar na primeira etapa, e teve que correr atrás. “Tivemos uma boa reação no terceiro quarto com uma defesa forte e bons contra-ataques, mas a equipe deles tem muita qualidade e conseguiram segurar o resultado”, disse, pela assessoria do Bauru.

O armador Ricardo Fischer definiu o espírito que a equipe tem que assimilar para o segundo turno, já com partida nesta quinta-feira contra o seu ex-clube, o São José. “Bola para frente”, finaliza.

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