Marcus Liborio |
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Imperatriz da Bela Vista teve problema com os carros alegóricos |
A escola de samba Imperatriz da Bela Vista enfrentou problemas com os dois carros alegóricos que levou para a avenida. O primeiro deles, que destacava o nome da escola e carregava um coração, precisou ser manobrado, com dificuldade, por diversas vezes durante o percurso no Sambódromo.
Mais de 10 homens, inclusive voluntários que saíram da arquibancada, tentavam colocar o carro em linha reta e, principalmente, fazê-lo andar. Já no carro alegórico que vinha por último, que representava a conquista do espaço e a ida do homem à Lua, até marcha ré foi preciso dar para centralizá-lo na avenida. Mesmo com o contratempo, a escola conseguiu terminar o trajeto no tempo permitido.
Bateria compensou a confusão na letra
Quatro vocalistas se encarregaram de puxar o samba enredo da Imperatriz da Bela Vista. No entanto, o quarteto, em certos momentos, se “desentendia com a letra”. Ora um estava atrasado, ora outro cantava algo diferente do parceiro. Por fim, depois de 10 minutos, o grupo se acertou.
Já a bateria foi diferente. Bem ensaiados, os integrantes mostraram um som dinâmico e com identidade. À frente, um dos sambistas rodava o pandeiro de forma natural e atraente, cujo domínio do instrumento chamou a atenção do público presente.
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Marcus Liborio |
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Puxando a bateria, sambista chamou a atenção de todos com domínio do pandeiro |
Hippies
Como tema, a escola retratou a época dos anos 60 e 70 no Brasil e no mundo. Com isso, provou que hippie e samba, juntos, pode dar certo. A ala dos hippies agitou a plateia e trouxe um figurino que traduziu a época.
Marcus Liborio |
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Hippies mostraram que também têm samba no pé |
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Marcus Liborio
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Carro alegórico simbolizou a conquista espacial do homem e sua chegada à Lua |