Pobre Cohab, hoje se transformou na Geni municipal, todos querem jogar pedras e fezes. Mas outrora foi a salvação da lavoura do assistencialismo político e eleitoreiro e sempre era acionada para saciar a sede de benesses de um conjunto de zepelins que sempre mamaram nas tetas do erário público municipal.
Antes de ser a Geni atual, a Cohab serviu até para bancar time de clube chique. Também era usada por muitas prostitutas políticas da Câmara Municipal que, ao fazerem pressão para que não se cobrassem prestações dos mutuários, materializaram essa iniquidade financeira e administrativa que se encontra hoje.
De uns tempo pra cá mudou, mas a autarquia era um autêntico covil das popozudas, aonde políticos eleitos e aspones nomeados empregavam-nas ali para depois do expediente acontecer o choppinho e o teste do sofá. Ninguém é de ferro, né!
Alguns canalhocratas que ali foram dirigentes e encheram o bolso, agora simplesmente defendem o calote da dívida. Como se no direito administrativo não tivesse a obrigatoriedade de pagar os contratos. E todos "aparentemente" estão empenhados em resolver a situação, mas calam-se vergonhasamente, num silêncio putrefacto, omisso e cúmplice quando alguém cogita abrir investigações para se apurar os responsáveis pela situação da dívida milionária e que todos nós, munícipes, teremos que pagar. É triste dizer isto, mas a Cohab e o Hospital de Base financeiramente estabilizou as vidas de muitos parasitas sociais e limitados intelectuais nessa cidade. E por isto, tanto num caso como no outro tudo deve acabar em pizza.
Antes era a mãezona de leite, mas hoje eles querem jogar pedras na Cohab, a maldita Geni!
Pedro Valentim