Em decorrência da mútua e recíproca intangibilidade que deveria nortear o comportamento e o convívio entre o Executivo, o Legislativo e o Judiciário brasileiros, já se fazem tardios alguns sinais de providências que poderiam indicar, inequivocamente, que as Forças Armadas estão a espreitar os últimos acontecimentos que envolvem a nítida e sarcástica tentativa de se perpetrar um legítimo e verdadeiro atentado ao estado de direito no País, subordinando - esta a expressão correta - o STF ao Legislativo. Mesmo porque o ministro da Defesa, Celso Amorim, a quem as Forças devem obediência, é um dos primus inter pares dentre os que almejam e planejam - porque se almejou e se planejou - fazer desta Terra de Santa Cruz uma nova república sindicalista, lastreada no já falido leninismo/marxismo comunistóide.
Infelizmente o povo brasileiro entregou nas mãos de um bando de celerados o mais rico e promissor dos países do planeta Terra. Vamos mal, muito mal mesmo!
João Guilherme Ortolan