Polícia

Domingo de furtos, assaltos e golpe

Da Redação
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Um estabelecimento comercial no Jardim Nova Bauru foi novamente visitado por um criminoso. Mas, desta vez, o assaltante se deu mal... O carpinteiro Celso Roberto não teve a mesma sorte e perdeu documentos e dinheiro em pleno Centro da cidade... Um professor bebe demais em uma casa noturna e alguém se aproveita de seu estado alcóolico e retira pertencentes curiosamente de seu apartamento. O Plantão Policial esteve recheado de ocorrências que deram dor de cabeça a bauruenses no domingo.

Um desses casos aconteceu com Paulo César da Silva, de 20 anos, mas aqui a comunidade teve a sorte de “prender o assaltante”. Ele detido por populares logo após ter cometido um assalto em um estabelecimento comercial na quadra 31 da avenida Cruzeiro do Sul, no Jardim Nova Bauru.

De acordo com a ocorrência policial, o indivíduo teria entrado com uma arma de fogo ou um simulacro à mostra na cintura, que a princípio, não foi identificado pelas proprietárias do local. Na ação, ele teria roubado R$ 146,50 e fugido a pé.

Ainda segundo o boletim de ocorrência (BO), o autor foi imediatamente reconhecido pelas vítimas e, a poucas quadras do local do assalto, ele teria sido detido pelos próprios moradores do bairro que o “seguraram” até a chegada dos policiais militares (PMs) da Base Sudeste, que o encaminharam ao Plantão da Polícia Civil.

As vítimas reconheceram formalmente o indivíduo e o delegado plantonista retificou a prisão em flagrante. Nenhuma arma de fogo foi apreendida e o dinheiro foi devolvido às proprietárias do estabelecimento.

Já funcionário público Anacleto Apetito foi mais uma vítima do golpe do sequestro, aplicado com frequência nos últimos dias em Bauru. Segundo o boletim de ocorrência registro ainda anteontem, ele recebeu uma ligação, via celular, informando que sua irmã de nome Margarete tinha sido sequestrada na cidade do Rio de Janeiro.

Os falsos sequestradores disseram à vítima que a liberdade da irmã dele só seria garantida após o pagamento de R$ 50 mil. Como o funcionário público não tinha essa quantia, os golpistas ordenaram que ele fizesse oito recargas para telefone celular.

Após recarregar o celular dos estelionatários, o funcionário público conseguiu falar com sua irmã e então percebeu que havia caído no golpe.

 

Golpe comum

Na última quinta-feira, usando a mesma ‘tática’, os golpistas levaram R$ 125,00 de uma doméstica de 51 anos, moradora do Núcleo Gasparini, em Bauru. Neste caso, os estelionatários pediram inicialmente R$ 25 mil, para libertarem a filha dela, mas ao tomarem conhecimento que ela era uma mulher humilde, reduziram o valor para R$ 125,00.

A vítima teria recebido uma ligação de número restrito falando sobre o sequestro e uma voz feminina se passando por sua filha. Convencida, a vítima efetuou o depósito na conta dos golpistas por meio de celular. Horas depois, ela conseguiu falar com a filha e percebeu que havia caído no golpe.

Quem não teve sorte é o carpinteiro, Celso Roberto de Godoy, 43 anos. Ele foi assaltado no final da noite de ontem, por dois desconhecidos, no cruzamento das ruas 13 de maio com Presidente Kennedy, Centro.  Os ladrões levaram sua carteira contendo R$ 100,00 em dinheiro e documentos pessoais.

A vítima contou á polícia que transitava pelo local quando foi abordado por dois rapazes que lhe pediram dinheiro. Ele alegou que não dispunha e na sequência foi surpreendido pela dupla. Um dos ladrões teria segurado seu braço enquanto o outro subtraiu a carteira de seu bolso.

Na sequência, os dois assaltantes teriam corrido em direção ao viaduto da Rua 13 de maio, onde havia vários usuários de entorpecentes reunidos. Uma mulher, segurando uma pedra, aproximou-se da vítima e o agrediu, causando-lhe ferimentos na mão esquerda.

 

Dor de cabeça

Quem teve dor de cabeça literalmente além da ressaca foi o professor Lourival Marcelino, de 47 anos. Segundo o boletim de ocorrência (BO), enquanto ele estava inconsciente por conta de bebedeira, alguém pegou suas chaves e furtou vários objetos de seu apartamento.

A vítima alega que, depois de beber com um amigo em um bar nas proximidades do Bosque da Comunidade, acordou já na manhã de ontem caída perto do estabelecimento. O professor estava com a camisa ensanguentada e sem as chaves de seu apartamento.

Ele foi até o imóvel e verificou que o local estava trancado. Chamou um chaveiro e, então, veio a surpresa: havia sumido um televisor de LED de 32 polegadas, um iPod, um Playstation 3, dois notebooks e ainda um aparelho celular.

 

 

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