Cultura

Sampa é... aqui!

Mariana Cerigatto
| Tempo de leitura: 2 min

Avenida Paulista, 1930. Rua São Bento, 1910. Rua Direita, 1930. No bar Sampa é possível “passear” por todos esses lugares tão históricos da Capital. O novo estabelecimento - que tem a proposta de ser um bar diferenciado - abre as portas hoje para o público geral, a partir das 18h, após um ano de construção.

Localizado na rua Antonio Alves, 27-28, Sampa é muito mais que um simples bar.

Além de um ambiente que faz alusão a imagens um tanto nostálgicas de São Paulo, o espaço temático é decorado com centenas de itens antigos, verdadeiras relíquias.

São telefones, máquinas de costura e de escrever, relógios, geladeiras, miniaturas, balanças e uma série de objetos de séculos passados - o que torna o local um “antiquário” vivo.

O item mais antigo é uma máquina registradora de 1867, exposta no caixa do bar.

Ford 29

Com amplo espaço, Sampa acomoda 300 pessoas, que podem circular por diversos ambientes. Logo na entrada, para os apreciadores de carros antigos, um Ford 29 ficará estacionado defronte a uma réplica de poste da Estação da Luz.

A frente do bar – aberta, com vista para a rua – é apropriada para quem deseja curtir um happy hour. Mais ao fundo, um espaço com diversos instrumentos musicais antigos pode ser mais aconchegante para o final da noite. Sampa vai funcionar de quarta a sábado, das 18h às 2h, e quer sentir o “clima” dos diferentes públicos que poderá receber no decorrer deste período.

Serviço

Sampa abre nesta quinta para o público geral a partir das 18h. Localização: rua Antonio Alves, 27-28. Outras informações: (14) 3313-6131


Comida de boteco

O cardápio “carro-chefe” da casa serão os famosos e clássicos petiscos de boteco, acompanhados por cervejas de todas as marcas. Porções de bolinho de bacalhau e carne seca, além da “batata no balde” são boas pedidas, acompanhados por drinks e coquetéis. A casa também oferecerá uísque.


30 anos ‘na noite’

São 30 anos ‘empresariando’ a noite bauruense. E João Cabreira continua a inovar, agora com o lançamento de Sampa.

Dessa vez, João optou por realizar um antigo sonho: abrir Sampa revela o lado nostálgico do empreendedor bauruense, amante e colecionador de objetos antigos.

O empresário conta, ainda, que a idealização da decoração e cenário da casa foi feita por ele mesmo. “E 90% das coisas eu reutilizei para montar este bar”.

Desde Zanziban (1983) até o Santa Madalena (2008), já foram muitas casas e estabelecimentos noturnos. Em Sampa, há uma “linha do tempo” pra quem quiser recordar os bons tempos de Camarim, Tequila e Maria Bonita, boates que marcaram e fizeram história na cidade.

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