Tribuna do Leitor

Gargalos, recicláveis e a CPFL


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Lendo o jornal, vejo um estudo sobre o possível desafogamento da av. Nações Nações Unidas. Não sou um usuário frequente da mesma, mas acho-a até tranquila se comparada com a Duque de Caxias e a rotatória da Alfredo Maia e Castelo Branco no final do final do viaduto Eufrásio de Toledo, que nos horários de pico chegam a ficar repletos de carros estacionados sobre seu leito. Seria o mesmo projetado para suportar esta carga estacionária? Será que um pequeno viaduto sobra a pracinha da rotatória, ligando o Eufrásio de Toledo com sua pista sequencial não possibilitaria um desafogamento do mesmo e também da rotatória? Aquilo é um verdadeiro "Deus Nos Acuda", sem contar que nos dias de chuva torrencial a avenida Alfredo Maia fica alagada e intransitável. Por favor, um olhar para o subúrbio também.

Quanto à não manutenção da rede elétrica pela CPFL , seria somente a iluminação ou também quebra de pontos? Questiono se a mesma só vai implantar o sistema e cuidar das contas, seria isto? Os contratados para fazer a manutenção teriam o conhecimento suficiente do sistema? Os pontos geradores, e todos os detalhes que só mesmo quem os instalou teriam a certeza de fazer a troca de transformadores e coisas assim. Porque na minha casa sempre tenho problemas com eletricistas diferentes, quando um não entende o serviço do outro.

Sobre os recicláveis, vou acompanhar o roteiro divulgado, mas quando posso levo ao supermercado Pão de Acúcar, que mantém uma coleta seletiva, uma atitude responsável, já que as redes de supermercados são os principiais distribuidores de materiais, que viram lixo em potencial, uma atitude que poderia ser seguida pelas outras redes da cidade também.

Marco Antonio Zambon

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