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Parcela dos estudantes adere à greve dos servidores da Unesp


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O movimento grevista dos trabalhadores da área técnica e administrativa que protesta por melhores condições salariais dentro da Universidade Estadual Paulista (Unesp) ganhou o apoio de uma parcela dos estudantes nesta semana, em Bauru.

Cerca de 300 alunos dos cursos de arquitetura, psicologia e design aderiram à greve para apoiar os trabalhadores e reivindicar o atendimento da universidade a algumas demandas específicas.

O movimento, organizado pelo Sindicato dos Trabalhadores da Unesp (Sintunesp) desde o final do mês passado, teve o estado de greve deflagrado no dia 3 de junho. Antes, porém, ainda em maio, um grupo de estudantes no campus de Bauru já se organizava realizando paralisações.

A situação não acontece de modo isolado, já que a greve também atinge outras 13 unidades dos 23 campus da instituição existentes em todo o Estado de São Paulo.

Conforme explica um aluno do curso de arquitetura, de 23 anos, as reclamações específicas em questão abrangem desde a liberação das salas de aulas para estudo até a maior participação de alunos nos projetos dentro do próprio campus.

A greve dos servidores teve início após a categoria rejeitar a proposta de reajuste de 5,39% feita pela universidade.

O presidente do campus da Unesp de Bauru, Jair Manfrinato, informou que a universidade está em processo de negociação com os trabalhadores. “Quanto aos alunos, ninguém é proibido de solicitar chaves de salas de aula para estudar, basta se responsabilizar se houver danos ou furtos. Sobre a participação nos projetos, a oportunidade sempre foi oferecida pelo campus, basta os alunos procurarem a direção”.

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