A ideia de cortar parte dos eucaliptos do Estádio Alfredo de Castilho foi abandonada pela diretoria noroestina no mesmo dia em que Edson Machado foi anunciado como treinador. “A nossa intenção inicial era cortar parte das árvores e construir um campo no local, e parte dos eucaliptos seriam mantidos, além de plantarmos outros próximo ao muro e da arquibancada, mas o baixo valor oferecido pela madeira não compensou”, afirma o presidente Anis Buzalaf Jr.
Segundo o dirigente alvirrubro, a melhor proposta de compra das árvores era de R$ 13 mil, muito abaixo do mínimo pretendido pela diretoria, que era R$ 50 mil. Desta maneira, a ideia de cortar os tradicionais eucaliptos do Alfredão foi descartada. A possibilidade de parte das árvores ser retirada provocou reação imediata na torcida noroestina logo após a publicação da notícia pelo JC, no último dia 15.
Separação
O presidente Anis Buzalaf Jr. reiterou ainda que as funções com a nova parceria estão bem delimitadas. “Tudo o que for relativo ao futebol, está a cargo da empresa parceira. Eu estou cuidando da parte financeira do clube”, frisa. O contrato entre Noroeste e FL Work and Sport foi fechado no início da semana e tem duração de cinco anos, podendo ser prorrogado por igual período.
A rescisão pode ocorrer sem multa, e a parceira se comprometeu a injetar R$ 130 mil por mês, com o primeiro pagamento no começo de agosto. Porém, a direção noroestina aguarda uma antecipação de R$ 60 mil até o dia 5 de julho para sanar pendências salariais de maio.