Comoveu o país inteiro. O delegado que conduz a apuração dos crimes é um homem de bem e altamente capacitado. O trabalho da perícia não deve ser prejudicado pela quantidade de pessoas no local. O trabalho da perícia é uma das melhores coisas que existe no Brasil.
Mas e a chave que foi encontrada embrulhada em um papel no jardim? E os dois homens que uma testemunha viu pularem o muro? O homem que deu carona ao menino não estranhou ele estar com a chave do carro? E dizer que o carro estava com a mãe? Por que não pegar um garoto da mesma idade, mesmo peso, mesma altura e mandar ele dar 5 tiros com arma idêntica para ver se ficam resquícios de pólvora em sua mão, e com luvas? Nas mãos de Marcelo não foram encontrados resquícios. Se a mãe de Marcelo ensinou ele a dirigir, alguém viu. Se o pai ensinou ele a atirar, alguém viu, ele não ensinou em sua casa.
Alguns elementos altamente capacitados na criminalidade poderiam ter invadido a casa executado a família, inclusive o menino, e forjado um suicídio, "feito a mão", colocando a arma em sua mão. Essa arma quando dispara dá um coice forte e não ficaria na mão do menino, estaria jogada no chão.
Tudo precisa ser periciado, celulares, computadores. Quando trabalhei na Polícia em S. Paulo, escapei de julgamento no Tribunal do Juri, acusado de tentativa de homicídio, graças a um Laudo da Polícia Técnica que me inocentou. Tenho certeza que a perícia vai esclarecer esses crimes.
Blasco Peres Rego