É notável a quantidade de falhas na TV. Um desrespeito aos telespectadores, na sua maioria senhoras e senhores idosos.
As legendas são tão rápidas que não da para ler toda, "A presidente Dilma", e as letras são tão pequenas. O repórter está fazendo uma reportagem, ele fala, "boa noite, doutor" e sai do ar, muda para outro programa, é um desrespeito ao repórter e ao telespectador.
E a propaganda nos intervalos comerciais, tem canal que apresenta três vezes a propaganda do Paulo Skaf em um único intervalo. E a quantidade de desenhos idiotas.
Teve um canal que ficou meia hora entrevistando a ex-esposa do ex-presidente Color que reclamava do valor da sua pensão, esse entrevistador devia ter encaminhado ela para o programa do Ratinho.
E o constrangimento e a humilhação a que são submetidas pessoas pobres e humildes em programas escandalosos feitos para a ralé e a gentalha.
E as pesquisas, vote "sim", vote "não", que não servem para nada e quem ganha são 5.000 ou 10.000 telefonemas, o repórter, a TV ou a empresa telefônica? Alguém ganha.
E as entrevistas com artistas de novelas? Você dorme de pijama ou de cueca, que cor é a sua cueca? A salvação da TV, Boris Casoy, Marcelo Rezende, Inezita Barroso, Rolando Boldrin, Globo Rural e Rolando (Balanço Geral). Tem intervalos com 21 propagandas.
Blasco Peres Rego