Há muito tempo tinha muito interesse em escrever, mas por ser ruim de redação, não me atrevia, mas vamos tentar.
No JC de 05/09 deveriam usar aritmética e não a matemática, pois conforme demonstrado no orçamento da PM impresso, estão faltando R$ 1.200.000,00 na distribuição, verificar. Correção feita por nós: R$ 34.000.000,00 igual a 15% de economia em 90 dias do restante de 2013, feito as contas, é igual a R$ 386.000,00/dia. Favor conferir.
Então lá vai a pergunta: estão gastando tal valor inadequadamente? A meta econômica será atingida? Duvido!
Oportunamente tecerei comentários sobre os tubos de concreto fissurados do DAE e da terra vermelha da Secretaria de Obras.
Agora vamos a coisas sérias. Alguém contou quantas vezes, no Brasil, o bispo de Roma, pontífice, missionário portenho papa Xico Pop, meu xará, que não é nem de Pádua nem de Assis, mencionou o adjetivo corrupção em seus pronunciamentos? Lógico que não. Mas na entrevista concedida ao repórter Gerson também nenhuma, mas quase que escapa alguma coisa da literatura árabe sobre a relação do Ali Baba e os 40 ladrões com a presidenta e seus 39 ministros. Olha só, falta um. Bobagem!
Continuando, sobre a publicação do JC, sinto inveja da relação das empresas em operação de Araraquara, onde o leitor Juarez ainda esqueceu de mencionar a ampliação do aeroporto, transformando-o em terminal de cargas. E Bauru?
Daria para encher uma página com o n.º de empresas desativadas aqui na "terrinha".
É difícil parar. Teria muito que expressar sobre os executivos, legislativos, judiciários sobre saúde, segurança, educação, meio ambiente, transporte etc.
O texto está extenso, mas queria saber da Secretaria de Obras apenas o valor total atualizado já gasto nos 60% dos viadutos inacabados, para verificar se não daria para construir uma via elevada na Nações Unidas até Pedro de Toledo, sobre a av. Rodrigues Alves.
Uma perguntinha rasteira: existe alguém que acredite na perenidade do sistema ferroviário do Estado? Mais precisamente em Bauru? O governo estadual não, pois no mapa rodoviário do Estado, que é impresso anualmente, desde a década de 80 o sistema ferroviário foi eliminado.
Agora dois pedidos: a) ao prof. Pedro Grava Zanotelli para que escreva um artigo sobre as oficinas da NOB, de quando em funcionamento na década de 60 em seu desenvolvimento pleno. Pouca Bauru conheceu o seu valor; b) ao edil Raul Gonçalves de Paula, como seu eleitor, respeitando sua posição mas não concordando, para que consiga junto à PM um mapa do setor 3 de Bauru, cujo custo será ressarcido, tomando cuidado com o superfaturamento.
Por fim, desculpas aos jornalistas Zarcillo e Jabbour, a quem critico algumas vezes pelas cartas extensas, levando-se em conta que não é fácil controlar a memória quando se está escrevendo, pois, relembrando... sou ruim de redação!!!
Antonino Francisco Luchesi