Tribuna do Leitor

A autonomia na forma da informação


| Tempo de leitura: 1 min

Todos os saberes são necessários e úteis, e todas as informações moldam pensamentos impulsionando atitudes.

Ao nascer, somos semelhantes a uma lousa em branco, e a partir das experiências, informações e saberes adquiridos e absorvidos de diversos emissores capitais (pais, formadores e educadores), moldamos pouco a pouco nosso caráter, nossa ética, ou, como dizia Piaget, deixamos de ser indivíduos para sermos pessoas. Passamos pela fase da autonomia, donde temos pleno conhecimento de nossas verdades vitais, consentindo com o que é certo e divergindo do que é errado.

Assim, distinguir o bem do mal exige um profundo processo de aprendizagem, o qual é constituído e baseado nos saberes e experiências assimiladas vividas e compartilhadas mutuamente.

Uma vez adquirida, a autonomia sadia nos faz tomar posse de nós mesmos, de quem somos e por que somos, do que sentimos e o que fazemos. Proporcionando uma forte integração com nós mesmos e com o meio em que vivemos nos levando assim a interagir harmoniosamente com o mundo exterior.

O ser autônomo não se permite ser autômato, controlado, pois expõe e vive aquilo que há de mais precioso em seu ser, sua liberdade.

Ser autônomo é a única forma de morrer sem deixar de existir.

Rafael Petit Peres ? aluno do curso Via Rápida, Piratininga

Comentários

Comentários