A Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) informou ontem que encomendou um estudo na tentativa de encontrar soluções para o trevo André de Blóis Montoro, em Bauru. Conforme o JC trouxe na edição de ontem, o acesso, que atingiu seu limite de fluxo, é palco de filas gigantescas de veículos e de intenso e perigoso “confronto” entre motoristas.
O maior problema do trevo, que vem da Nuno de Assis e dá acesso a bairros populosos como Mary Dota, Beija-Flor, Jardim Chapadão e Santa Luzia, é o ponto de encontro entre os condutores que usam o local como ligação entre bairros com aqueles motoristas que deixaram a rodovia Marechal Rondon (SP-300) e “descem” em alta velocidade pelo dispositivo.
De acordo com a assessoria de comunicação da Artesp, o órgão solicitou um estudo à concessionária que administra a rodovia, a ViaRondon, para que seja feita uma análise detalhada dos problemas no local. “A partir de um diagnóstico mais preciso é que poderemos avaliar possíveis soluções”.
O estudo foi solicitado pela agência de transporte há 15 dias e a previsão é de que seja concluído nas próximas semanas.