Diz a sabedoria popular que um homem só tem uma vida completa quando planta uma árvore, escreve um livro e tem um filho... Conforme diz o ditado, há tempo de semear a terra, há tempo de plantar, há tempo de colher, há tempo para tudo... mas o homem do séc. XXI, o da geração Z, está preocupada com esse tempo?
Muitos dos jovens queimam etapas da vida, com a ânsia de chegar mais cedo ao seu objetivo, esquecem do ditado proposto acima, acham que já tem idade para frequentar a balada, dirigir um carro, tomar bebidas alcoólicas, fazer sexo indistintamente com a pessoa amada ou não... Querem, na ânsia de chegar logo ao objetivo, pular degraus que a vida oferece e que temos que ir subindo um a um para atingir o seu ápice, custe o que custar. Experiências novas, muitas vezes desastrosas e sem volta ao ponto de partida.
A modernidade assim exige, diriam os mais radicais. Mas vamos analisar: um ou uma jovem na chamada juventude tem hormônios que estão em alta escalada e se não tomarem cuidado explodem tal é a sua força, e aí é que mora o perigo.
Hoje com dois netos, um que chegou agora e o outro com 7 anos, fico preocupado. Será que haverá tempo para tudo o que forem descobrir na vida? Terão eles essa noção do tempo ou a sociedade lhes apresentará alternativas temporais equacionadas conforme manda a vida?
Que haja mais fé em Deus, e a procura por um tempo mais rápido encontre na família a base e os ensinamentos para cada ação que tenham a cumprir. Que a família seja sempre a orientadora das ações que deverão nortear os jovens ao enfrentarem as diversidades da vida. Tendo sempre Deus em seus corações e o amor como escudo.
Professor especialista Carlos Alberto Alves Neves