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Dilma venceria no primeiro turno em cenário com Campos e Aécio

Folhapress
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A menos de um ano das eleições de 2014, a presidente Dilma Rousseff segue favorita na corrida pelo Palácio do Planalto, segundo pesquisa divulgada ontem pela Confederação Nacional do Transporte (CNT). O levantamento aponta que Dilma, se disputasse a reeleição com o governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB), venceria já no primeiro turno (veja quadro).

Se a disputa fosse com a ex-senadora Marina Silva, mais nova filiada ao PSB, haveria chances de segundo turno. Em outubro, após ver a Justiça eleitoral negar o registro de seu partido, Marina se filiou ao PSB, no momento mais surpreendente da disputa até agora. Campos e Marina, no entanto, evitam cravar quem será o candidato à Presidência e adiam a decisão para 2014.

Na disputa com Campos, em um primeiro turno, Dilma, conforme a pesquisa, tem 43,5% das intenções de voto. O senador Aécio Neves (PSDB-MG) aparece com 19,3% e o socialista registra 9,5%. No cenário com Marina, Dilma tem 40,6% das intenções de voto, a ex-senadora alcança 22,6% e Aécio Neves soma 16,5%.

No segundo turno, Dilma teria 45,3% contra 29,1% de Marina. Com Aécio, a petista alcança 46,6% e o tucano, 24,2% das intenções. Em outra simulação, Dilma teria 49,2% e Campos 17,5%.

Segundo a avaliação da CNT, o levantamento indica que não há transferência de voto clara entre Marina e Campos. Os dados mostram que a saída de Marina favorece Dilma, que herdaria 7% das intenções de voto da ex-senadora, enquanto Campos e Aécio teria 4% cada e outros 5% seria de brancos e nulos.

A pesquisa não avalia cenários com o ex-governador José Serra, que tenta se viabilizar como candidato do PSDB ao Planalto.


Aprovação ao governo

Cinco meses após as manifestações de rua, a aprovação do governo Dilma Rousseff atingiu 39% dos entrevistados e o desempenho pessoal da presidente chegou a 58,8%, segundo a pesquisa. Na rodada passada, divulgada em setembro, a aprovação do governo era de 38,1% e a avaliação pessoal do desempenho de Dilma era de 58%.

Segundo a avaliação da pesquisa, “a recuperação na avaliação do governo e a aprovação pessoal foram puxadas pelo aumento da exposição, mais ações de marketing, pelo Programa Mais Médicos e controle da inflação”.

A presidente vem intensificando suas viagens e também o anúncio de recursos em uma série de solenidades pelo País.

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