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Brasil bate Tailândia e lidera a Copa dos Campeões


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Sem maiores dificuldades, a seleção brasileira feminina de vôlei ganhou novamente ontem e manteve a invencibilidade na Copa dos Campeões. Contra a Tailândia, em jogo disputado em Nagoya, no Japão, o Brasil venceu por 3 sets a 0, com parciais de 25/18, 25/17 e 25/17, repetindo o placar do dia anterior diante dos Estados Unidos.


Assim, o Brasil segue sozinho na liderança da Copa dos Campeões, competição que acontece a cada quatro anos e reúne os vencedores dos torneios continentais. A seleção brasileira está com seis pontos, enquanto República Dominicana, Rússia, Japão e Estados Unidos aparecem com três pontos cada - a Tailândia é a lanterna, ainda sem pontuar.


Depois da folga geral na competição hoje, o Brasil volta a jogar nesta sexta-feira, quando enfrenta a República Dominicana, a partir das 1h10 (horário de Brasília), em Tóquio, no Japão. Depois, a seleção ainda enfrentará Rússia e Japão nos dois dias seguintes, no mesmo local, na tentativa de conquistar o título da Copa dos Campeões.


Insatisfeito com alguns erros na estreia, o técnico José Roberto Guimarães resolveu promover mudanças ontem. Ele fez três trocas, tirando Fabiana, Fernanda Garay e Fabi para as entradas da central Walewska, da ponteira Tandara e da líbero Camila Brait. E o Brasil conseguiu uma vitória bem tranquila.


O principal destaque foi o bloqueio. Foram 17 pontos neste fundamento. Entre as atuações individuais, a central Adenízia foi eleita a melhor jogadora da partida, com 14 pontos marcados, mesma pontuação conseguida pela ponteira Tandara.


O jogo também marcou o retorno de Walewska à seleção, após cinco anos. Sua última partida pelo Brasil havia sido nos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, quando ajudou a equipe a conquistar o ouro. Ela foi convocada de última hora para a Copa dos Campeões, porque Thaisa precisou ser cortada por causa de contusão.


Responsável por 10 pontos na partida, Walewska ficou satisfeita com seu desempenho. “No início me senti fora do jogo, mas depois estava tudo normal. Passei muito tempo sem vestir essa camisa e hoje pareceu uma novidade. Estar sentindo essa emoção nova com 34 anos é legal. Sinto que as meninas estão contentes por eu estar aqui e isso me faz feliz”, comemorou a central.

 

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