Esportes

Chefes de equipes evitam comentar Copa e Olimpíada no Brasil

Folhapress
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Uma pergunta incomum chamou a atenção hoje, durante a entrevista coletiva com alguns dos principais chefes de equipe.

Ross Brawn, da Mercedes, e Stefano Domenicali, da Ferrari, foram indagados se consideram o Brasil preparado para receber a Copa do Mundo-2014 e a Olimpíada do Rio-2016.

Ambos foram diplomáticos. Disseram vir sempre a São Paulo e desconhecerem profundamente o planejamento do país.

Mas deixaram transparecer um quê de desconfiança. "Sempre que vimos aqui há muita paixão do público, e isso é muito forte para nós e para o piloto. Essa paixão compensa qualquer outro problema que possa existir", afirmou Brawn.

Domenicali demonstrou mais ciência do assunto. "Soube que há alguns problemas de logística e estrutura, mas não devem comprometer nada", declarou.


Ainda restam seis estádios para serem entregues para a Copa-2014 (São Paulo, Manaus, Curitiba, Cuiabá, Natal e Porto Alegre), que começará no dia 12 de junho do próximo ano.

A Olimpíada do Rio, que será disputada entre 5 e 21 de agosto de 2016, entrou na regressiva de mil dias. O evento ainda não tem um orçamento geral definido.

Chuva

A chuva que chegou a Interlagos no início da noite de quinta-feira inundou parte da sala de imprensa do autódromo, onde trabalham mais de cem jornalistas durante o dia.

A "cachoeira" foi criada durante a madrugada desta sexta-feira (22), nas barras que sustentam as TVs que exibem imagens do circuito e os tempos dos pilotos na pista.

Nenhum televisor ou outro equipamento foi danificado. Mas, ainda pela manhã, com a chuva insistente, havia partes da sala da imprensa que estavam molhadas.

 

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