Ociosidade, coisa que envelhece...
A vida é bela, tem os seus encantos...
Ficar velho e gagá, ninguém merece...
Misteres úteis há, na vida...e quantos!
Osso enferruja, cérebro amolece...
Deixar de resmungar, aí pelos cantos...
fazer com que o motor, de agir não cesse e aos fracos consolar, secar os prantos.
Na vida atribulada de hoje em dia,
tento levar um pouco de poesia
no meio cultural que atuo e vivo..
Podia cuidar do pobre ou do idoso,
mas como sou um tanto preguiçoso,
faço dos versos, ócio criativo!
Antonio V. Rufatto